NUMERO DE INDUSTRIAS DA CONSTRUÇÃO EXPANDE 50% NA PARAÍBA

O número de empresas da indústria da construção registrou alta de mais 50% entre 2010 e 2012 na Paraíba. Os dados são da Pesquisa Anual da Indústria da Construção (Paic) e foram divulgados nesta quinta-feira (4) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em dezembro de 2010, havia no Estado 626 indústrias do setor da construção, saltando para 945 em dezembro de 2012.

O ano de 2012 cresceu na comparação com 2010 nos principais números da pesquisa. O setor da construção da Paraíba mostrou expansão no valor das incorporações, obras e serviços realizados pela indústria da construção civil na Paraíba nesse mesmo período ao apresentar alta de 59%. Em 2010, o montante equivalia a R$ 1,532 bilhão, enquanto no ano de 2012 o valor chegou a R$ 2,611 bilhões.

Ainda segundo a pesquisa, houve forte elevação também no número de pessoas contratadas pela indústria da construção, de 27,554 mil para 36,673 mil, o que representa um crescimento de 33% no número de pessoas empregadas no setor.

Na comparação com o ano de 2011, a indústria da construção também apresentou crescimento em todos os segmentos do setor. O valor das incorporações, obras e serviços realizados pela indústria da construção registrou alta de 34%, passando de R$ 1,948 bilhão para R$ 2,611 bilhões, enquanto o número de empresas subiu de 894 para 945, alta de 5,7%. Já o número de pessoal ocupado aumentou em 2,249 mil trabalhadores incorporados ao mercado de trabalho da construção, subindo de 34.424 para 36.673 pessoas ocupadas.

O IBGE aponta a contribuição de programas como o Minha Casa, Minha Vida e o Programa de Aceleração do Crescimento, e fatores como a maior oferta de crédito imobiliário, o crescimento do emprego e da renda e a desoneração do Imposto sobre Produtos para o resultado positivo da indústria da construção.

CABEDELO / PB

Apesar de ser vizinha de João Pessoa, Cabedelo não é tão agitada quanto a capital, excelente opção para turistas que buscam um pouco mais de sossego. A cidade fica localizada em uma península entre o Oceano Atlântico e o Rio Paraíba.

Cabedelo – vista aérea da cidade

Suas praias de águas mornas e cristalinas cercadas por coqueirais são encantadoras. São praias para todos os gostos, como Intermares, também conhecida como Mar do Macaco, é uma das praias mais procuradas pelos surfistas, lá são realizadas várias etapas de campeonatos. Sendo também sede doProjeto Guajiru que acompanha a desova das tartarugas marinhas. O que chama também as atenções para a praia é que no mês de janeiro acontece um dos maiores eventos musicais do estado, o Fest Verão Paraíba, que reúne artistas renomados no cenário nacional.

Praia do Poço

A Praia do Poço também é muito procurada e conta com boa estrutura turística para passeios e lazer, barcos e jangadas levam à Areia Vermelha, um enorme banco de areia de 2 Km², ótimo lugar para banhos e para prática de mergulho livre, devido à suas piscinas naturais repletas de peixinhos coloridos e corais.




Piscinas naturais em Areia Vermelha 

Para os amantes de história a dica é seguir até a Fortaleza de Santa Catarina, erguida em 1586, um dos cartões-postais da cidade. Visitas monitoradas levam à casa do capitão, à capela e aos canhões do século 16, além dos mirantes de onde se tem uma visão privilegiada do litoral.





Pôr do Sol ao som do Bolero de Ravel de Jurandy do Sax

Mas para a grande maioria dos turistas que vão a Cabedelo, a maior atração é ir ao final da tarde na Praia do Jacaré e assistir o Pôr do Sol ao som do Bolero de Ravel, tocado por Jurandy do Sax, uma atração imperdível. Importante chegar antes das 17 horas, se acomodar em um dos bares, e aguardar a saída do barquinho com Jurandy tocando seu saxofone pelo rio, e assistir o pôr-do-sol embalado pela sua música.

ARTESANATO E CULTURA QUILOMBOLA COMPÕEM ROTEIRO NA PARAIBA

Projeto tem como objetivo valorizar a cultura de agricultores familiares, gerar emprego e agregar valor à produção

Uma viagem pelo litoral da Paraíba reserva surpresas que vão além das belas praias de águas mornas e cristalinas, emolduradas por rochas e paredões montanhosos. Somente nos poucos mais de 70 Km que ligam a capital João Pessoa aos municípios de Conde e Pitimbu, o turista pode ter contato com as culturas indígena e quilombola em roteiros enriquecidos por produtos da agricultura familiar, pelo patrimônio histórico e pelas belezas cênicas de paisagens preservadas.

Estes são alguns dos atrativos do roteiro turístico Mares Quilombolas, contemplado pelo projeto Talentos do Brasil. A iniciativa beneficia 400 empreendimentos de 54 municípios brasileiros, valorizando a cultura de agricultores familiares, gerando emprego e agregando valor à produção. “Uma das principais inovações é agregar pessoas, serviços e produtos da agricultura familiar a roteiros turísticos já explorados, gerando benefícios econômicos e sociais para a região”, disse o ministro do Turismo, Vinícius Lages.

Localizadas na região metropolitana de João Pessoa, Conde e Pitimbu oferecem, pelo menos, quatro passeios: Comunidade Ipiranga, Quinzena Cultural, Caminhadas na Natureza e Território Mucuxi, que retratam a diversidade do litoral paraibano.

Pitimbu realiza, no segundo sábado de cada mês, a Quinzena Cultural que tem como objetivo o resgate e valorização dos saberes da população local. Artistas se apresentam em grupos folclóricos e regionais - e artesãos expõem e vendem seus trabalhos. Nas barraquinhas, são encontradas comidas típicas à base de milho e mandioca, além de doces, sucos e frutas (jaca, caju, maracujá, graviola, entre outras).

No Conde, a visita pode começar pela Comunidade Ipiranga, onde tem coco de roda, artesanato e visita ao Museu Quilombola, que guarda a história da presença negra na região. Outra dica é o Território Mucuxi, reserva indígena que trabalha com educação ambiental e oferece trilhas pela Mata Atlântica, passeios de caiaque, banhos de rio, de bica e também de lama, uma atração local.

Caminhadas pelas matas, falésias, mirantes e praias da Área de Preservação Ambiental de Tambaba, uma das mais conhecidas praias de naturismo do país, também são recomendadas. Lá o turista tem a oportunidade de conhecer os sabores da culinária nordestina em propriedades agrícolas.

O projeto ainda está em fase de implantação e os passeios são vendidos pelos próprios empreendedores, uma realidade que deve mudar em breve. “O roteiro tem sido divulgado em feiras e eventos. Estamos registrando a marca e produzindo material de divulgação, o que dará maior visibilidade ao trabalho”, afirma Vânia Domingues, da Associação de Turismo Costa do Conde.

NOVO ATRATIVO TURISTICO É LANÇADO EM LUCENA

Os turistas e passageiros que usam a balsa para fazer a travessia entre os municípios de Cabedelo e Lucena, no Litoral Norte da Paraíba, terão a oportunidade de assistir, durante a viagem, a apresentação do Coral Meninos de Lucena. O lançamento do projeto será neste sábado (13). As apresentações vão acontecer a cada 15 dias, sempre aos sábados pela manhã.

Essa atividade faz parte do programa “Cantando na Balsa”, do Coral Meninos de Lucena, que é resultado da parceria entre a Organização Não-Governamental Instituto Mar de Esperança (que oferece aulas gratuitas de música para crianças e adolescentes carentes da rede de ensino pública do município) e o Sebra-PB, com apoio da Prefeitura de Lucena, Instituto Federal da Paraíba (IFPB) e a Empresa Paraibana de Turismo (PBTur).

De acordo com Rejane Pinto, presidente do Instituto Mar de Esperança, o projeto visa estimular e promover o turismo local e trabalhar o território através de um desenvolvimento cultural. “Lucena possui praias belas e paradisíacas, com 47 piscinas naturais, além de atrativos históricos e religiosos, a exemplo da Igreja da Guia, e uma rica gastronomia”.

Ampliação – O Coral Meninos de Lucena é composto de 56 crianças e adolescentes entre seis e 15 anos e tem como regente a maestrina Angélica Lacerda, sanfoneira do grupo As Bastianas e professora-mestre do IFPB.

“A ideia é ampliar o número de crianças beneficiadas com esse projeto”, disse Rejane Pinto. “A única exigência para participar do projeto é frequentar o ensino regular público”, completou.

Para a presidente da PBTur, Ruth Avelino, o projeto “Cantando na Balsa” é um atrativo que diversifica a oferta do turística do Litoral Norte, além de divulgar a cultura local. “Certamente será mais um importante atrativo turístico para a Paraíba”, pontuou a executiva.

EXPANSÃO IMOBILIÁRIA EM JOAO PESSOA ATRAI INVESTIDORES DE OUTROS ESTADOS

João Pessoa - Este é um bom momento para se investir na Paraíba. João Pessoa está pronta para investimentos. João Pessoa está pronta para receber investimentos de empresários de outros grandes centros. Em uma década, a Capital paraibana se modernizou e cresceu vertiginosamente. O mercado está pujante com vários novos empreendimentos, várias construções em execução que deixam João Pessoa muito bem conceituada nesse contexto.

O desenvolvimento de ações e obras de infraestrutura e logística, a exemplo da construção de estradas, esgotamento sanitário, drenagem e pavimentação, Centro de Convenções, capacitação de mão de obra, divulgação turística do Destino Paraíba em grandes centros, entre outros, dá grande confiança a que vem de fora e pensa em investir na região.

As normas do plano diretor de João Pessoa demonstraram uma segurança para futuros investimentos nessa região. A cidade e toda a região metropolitana cresce de maneira ordenada, sem perder a beleza. E o melhor, com expansão para a região sul. Com certeza, é uma região com grandes possibilidades para investimentos.

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O NORDESTE CRESCE MAIS QUE O BRASIL E GANHA PODER ECONOMICO

A região já tem um poder de compra estimado em quase 450 bilhões de reais. Mas, com uma classe média que deverá alcançar 50% da população em cinco anos, sua ascensão está apenas no começo.

Recife - No momento em que a economia do brasil caminha de lado e cheia de incertezas, com previsão de crescimento de pouco mais de 2% neste ano, o Nordeste ganha corpo na mira das empresas. O produto interno bruto da região no ano passado teve expansão de 3% — é pouco, mas foi mais que o triplo da média do país.

Ali, onde vive mais de um quarto da população brasileira, a classe média foi engrossada em 20 pontos percentuais na última década, alcançando 42% dos habitantes. A classe A também ganhou agregados e saltou de 5% para 9% desde 2002. Com o objetivo de discutir o potencial da região, foi realizado no dia 13 de agosto, em Recife, o primeiro EXAME Fórum Nordeste.

O evento reuniu políticos locais e executivos de empresas com atuação na região. Estiveram presentes os governadores Eduardo Campos, de Pernambuco, Jaques Wagner, da Bahia, Ricardo Coutinho, da Paraíba, e Rosalba Ciarlini, do Rio Grande do Norte. O governador paraibano ressaltou que há um espírito de colaboração entre os estados nordestinos.

“Temos um interesse comum e, se juntarmos esforços, poderemos ampliar essa fronteira de desenvolvimento do país”, disse Coutinho. Pelo setor privado, participaram dos painéis de discussão presidentes de companhias como Boticário, Walmart, Whirlpool, Alesat, Eletro Shopping e Três Corações.

Para as empresas ficou uma certeza: quem quer crescer no país precisa estar no Nordeste. “A região responde por mais de 30% do consumo de cosméticos no Brasil e tem grande potencial de expansão”, disse Artur Grynbaum, presidente do Grupo Boticário. “Muitos dos produtos que lançamos pensando no consumidor nordestino viram sucessos nacionais.”

O poder de consumo nessa parte do Brasil tem muito espaço para evoluir. “Em cinco anos a classe média nordestina deverá superar os 50% da população”, diz Renato Meirelles, presidente da empresa de pesquisa Data Popular, que apresentou um estudo inédito no evento.

Os números são animadores: o poder de compra dos nordestinos já chega quase a 450 bilhões de reais, valor que corresponde à economia de países como Peru e República Checa. Apesar dos desafios estruturais, como logística precária e escassez de mão de obra qualificada, e dos problemas sociais, o otimismo predomina na região.

“As maiores oportunidades de negócio nos próximos anos estão em cidades médias, com até 500 000 habitantes”, disse Claudio Porto, presidente da consultoria de gestão Macroplan, que fez a palestra de abertura do fórum. “Atualmente, elas são a parte mais dinâmica do Nordeste.”

O varejista Walmart identificou esse potencial há nove anos, quando comprou a rede Bompreço — empresa nordestina que pertencia ao grupo holandês Royal Ahold — por 300 milhões de dólares. Quase metade das 557 lojas do Walmart no país está na região. “Entramos no lugar certo, na hora certa”, disse José Rafael Vasquez, vice-presidente comercial do Walmart.

Os resultados obtidos justificam o foco da rede no Nordeste. Cerca de 28% da renda dos nordestinos é destinada à alimentação, enquanto a média nacional é de 24%. O Walmart tira bom proveito disso: enquanto o tíquete médio das compras em supermercados no país todo é de 19 reais, os nordestinos gastam em média 49 reais nas lojas do Walmart. “O Nordeste é outro Brasil”, afirmou Vasquez.

O ritmo de crescimento do Nordeste é maior porque a região ficou estagnada por muito tempo — partiu de um ponto mais baixo na escala do desenvolvimento. “De uma década para cá, sentimos os efeitos de uma série de políticas públicas que aumentaram o emprego e a renda”, disse o governador Eduardo Campos.

“Mas ainda temos só 13% do PIB do Brasil, com 28% da população. Para igualar as coisas, precisamos crescer 3 pontos acima da média do país durante ao menos 16 anos.”

A superação do atraso gera muitas oportunidades. Foi o que notou o Banco Gerador, fundado há quatro anos em Pernambuco. Como apenas metade dos nordestinos é servida por bancos, a instituição trabalha justamente para atender quem não tem conta-corrente.

Recebe 1,5 milhão de pagamentos de títulos por mês nas 110 lojas Banorte, espécie de rede que oferece a pessoas físicas serviços como microcrédito, empréstimos e seguros. “Não temos a pretensão de competir com os grandes bancos”, afirma Paulo Dalla Nora, presidente do Banco Gerador.

Além de atuar com pessoas físicas no Banorte, o Gerador atende pequenas e médias empresas com negócios de até 50 milhões de reais. “Queremos o cliente que os grandes bancos não querem”, diz Dalla Nora.

A pesquisa do Data Popular aponta que o potencial de vendas no Nordeste, durante os próximos 12 meses, soma 1,2 milhão de imóveis, 1,6 milhão de carros e 1 milhão de motos. O levantamento ainda indicou que os nordestinos estão cada vez mais sofisticados. A região concentra a maior intenção de compra do país em itens como notebooks, smartphones e tablets.

Não é à toa que empresas como Samsung e LG têm voltado a atenção para a região. Mas produtos tradicionais, como máquinas de lavar e refrigeradores, ainda são objeto de desejo de muitos lares nordestinos. O mercado regional responde por 22% das vendas de linha branca do país.

Isso porque, enquanto 53% dos brasileiros têm uma máquina de lavar, apenas 27% dos nordestinos dispõem do produto. Os micro-ondas estão presentes em apenas um terço das casas. “Há muito espaço para crescer, porque muitas vezes trata-se do primeiro eletrodoméstico da família”, disse João Carlos Brega, presidente da fabricante de eletrodomésticos Whirlpool.

Além da demanda reprimida, Brega acredita que o mercado se manterá aquecido na região porque recentemente o governo federal anunciou 2 bilhões de reais para uma nova linha de financiamento à compra de móveis e eletrodomésticos, destinada aos participantes do programa Minha Casa, Minha Vida.

A hora é agora


As iniciativas governamentais têm grande participação no aumento de renda da região — a mais beneficiada do país. Em 2013, o Bolsa Família deve repassar 25 bilhões de reais para mais de 13,8 milhões de famílias, metade delas no Nordeste. Na região, quatro em cada dez famílias recebem o benefício social, com valor médio de 152 reais por mês.

Com o aumento da renda por meio dos programas sociais, a região viu sua indústria crescer nos últimos anos. Empresas como Fiat, GE, Bauducco e Kimberly-Clark se instalaram ou anunciaram fábricas locais. Para essas companhias, a melhor hora para estar no Nordeste é agora.

Esse também é o caso do Boticário, segundo maior fabricante de cosméticos do país, que vai inaugurar sua primeira fábrica no Nordeste em 2014. Segundo Artur Grynbaum, do Boticário, a unidade em Camaçari, na Grande Salvador, vai dobrar a capacidade produtiva no país. Foram investidos 535 milhões de reais na fábrica e em um centro de distribuição.

“As vendas na região crescem acima da média brasileira, na ordem de 15% ao ano, e decidimos nos aproximar mais desse mercado”, diz Grynbaum. Cerca de 30% das 1 081 lojas do grupo estão nas regiões Norte e Nordeste e a nova fábrica vai atender esse mercado.

Enquanto o Nordeste recebe fábricas de empresas que antes só vendiam por lá, companhias fundadas na região têm saído a campo pelo país. A Alesat Combustíveis ergueu seu negócio atendendo pequenas cidades nordestinas. “São municípios com uma frota crescente”, disse Marcelo Alecrim, presidente da Alesat.

“Pessoas que andavam de jegue compraram sua primeira motocicleta e precisam abastecer.” Após ter se tornado a segunda maior distribuidora da região, a Alesat ampliou a cobertura e atualmente o Nordeste representa 25% do faturamento anual de 8,9 bilhões de reais.

No mesmo caminho, o Grupo Três Corações, fundado no Rio Grande do Norte como Santa Clara, há 54 anos, passou de pequena produtora de café a líder de mercado no Nordeste e, recentemente, o primeiro colocado no país todo, com 2,2 bilhões de reais de faturamento.

“Com o que aprendemos de logística na nossa região, ganhamos uma vantagem competitiva para atuar em qualquer lugar”, disse Pedro Lima, presidente da Três Corações. A expansão das empresas nordestinas comprova que não é só o Brasil que está de olho no Nordeste. O Nordeste também está de olho no Brasil.

http://exame.abril.com.br/revista-exame/edicoes/1047/noticias/o-nordeste-quer-mais?page=1 


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